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Einstein sediou abertura de campanha de prevenção ao linfoma, da Alicc
17/04/2013

Você conhece o linfoma? É um tipo de câncer pouco conhecido, mas que tem surgido entre a população com casos notórios e precisa de um diagnóstico precoce para apresentar mais chances de cura. Por isso, ele foi escolhido como tema anual de 2013 do trabalho de prevenção realizado há 17 anos pela Alicc (Associação Limeirense de Combate ao Câncer). E a Einstein foi escolhido para a abertura da campanha escolar, com uma palestra ministrada aos estudantes das áreas de saúde da Faculdade.

 

O oncologista João PauloBighetti, do Centro de Oncologia de Limeira (COL), apresentou a palestra para um auditório lotado de estudantes dos cursos de biomedicina, educação física, enfermagem e fisioterapia. Segundo ele, por ano, de 70 a 80 limeirenses são afetados com essa doença. O médico destacou que este tipo de câncer ganhou notoriedade após acometer a presidente da República, Dilma Rousseff, pouco antes de sua candidatura, e o ator Reinaldo Gianechini, em 2011.

 

Coordenadora do curso de Biomedicina da Einstein, a professora Kelly destacou a importância de trazer o tema aos estudantes das áreas da saúde. “Eles trabalharão diretamente com pacientes ou ainda com pessoas para quem podem passar as informações a respeito da prevenção à doença.

 

Representando a Alicc, Marilene da Cunha Bagnato deu avertura ao evento, destacando os 17 anos da entidade. “Realizaremos palestras de prevenção ao linfoma até o final do ano e é um motivo de muita felicidade comemorar hoje, dia 9 de abril, nosso 17º aniversário, com a abertura desta campanha aqui na Einstein, em meio a tantos jovens”, disse. Marilene agradeceu ainda às diretoras da Einstein, Silvia Affonso Leite e Roberta Affonso Leite Becker, e saudou a memória do fundador da Einstein, professor Roberto Leite.

 

 

Como identificar

 

O oncologista orientou como identificar um linfoma. Segundo ele, é comum a ocorrência de linfadenopatia, ou seja, as populares ínguas, geralmente assimétricas, indolores e de consistência firme e emborrachada. É diferente das ínguas resultadas de uma reação do sistema imunológico a inflamações presentes no corpo, como dores de ouvido. Estas são inofensivas, porém se apresentam doloridas, mas vão desinchando com o uso de medicamentos antiinflamatórios, quadro oposto ao do linfoma.

 

Em graus mais avançados, a doença pode apresentar falta de ar e derrame pleural, e ainda fraqueza, anorexia, fadiga e prurido em machucado que não se cura. O linfoma pode atingir pessoas em qualquer idade, mas geralmente acomete adultos jovens ou idosos. Há muitos subtipos, que podem ser reconhecidos após biópsia e que vão determinar o tipo de tratamento, que pode ser a quimioterapia, radioterapia ou até mesmo o transplante de medula óssea.

 

Se detectado no início, este tipo de câncer tem altas chances de cura. De acordo com o médico, em Limeira, 30% dos casos se apresentam da forma indolente, ou seja, com menor gravidade, e 15% dos pacientes com diagnóstico de cura voltam a ter o problema. “Mas temos tratamentos altamente curativos”, observou.

 

Mais informações sobre este tipo de câncer podem ser encontrados no site da Associação Brasileira de Linfoma e Leucecia, o www.abrale.org.br, ou no site da Alicc, o www.alicc.org.br

 
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