Einstein Limeira

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Feira de Ciência tem conhecimento e diversão
30/11/2017

Com o objetivo de misturar diversão e conhecimento, aconteceu dia 28 de outubro a Feira de Ciências Einstein 2017. Com o tema “Ciência é Pop”, cerca de 600 alunos mostraram na prática o funcionamento de diversos projetos das áreas de física, química ou biologia.
De acordo com a diretora pedagógica da Einstein, Abigail Rovai Cardoso, alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio são desafiados a fazer anualmente uma apresentação na feira envolvendo temas científicos. “Isso trabalha potencialmente a comunicação e criatividade, além de colocar na prática os conhecimentos obtidos em sala de aula”, diz.
Além dos pontos citados pela diretora pedagógica, outro ganho para os alunos é o fato de aprender a trabalhar em equipe. O estudante do 7º ano da Einstein Felipe Gabriel Pereira, que apresentou um ‘vidro comestível’, afirma que a interação foi fundamental para o êxito do projeto. “Cada um ajudou um pouco desde a ideia até a execução. Até os nossos pais supervisionaram, pois mexemos com fogo”, comenta.
E de fato, o fogo era parte essencial para o vidro comestível surgir. Eles usaram água, açucar e glicose na composição e colocaram no forno  a 150 graus para que desse a consistência necessária. “Esse artifício é usado em cenas de ações, como em casos que uma garrafa é quebrada na cabeça de um personagem. O objetivo é parecer real e não machucar. Dá até para comer”, relata outro integrante do grupo, Vitor Batista, também do 7º ano.
OUTROS PROJETOS
A feira contava com diversos projetos científicos que chamavam muito a atenção dos visitantes, que lotaram o Ginásio da Einstein curiosos com todas as novidades. A ‘amoeba magnética’ do grupo do 9º ano foi um desses sucessos. “Todo mundo quer tocar e ver como funciona”, diz Letícia Stradiotto.
Cola branca, bórax, glicerina e esponja de aço queimada foram os elementos de trabalho da equipe. “É um experimento difícil, mas que dá muito certo. Depois da mistura feita, nós colocamos na composição da palha de aço e ela se torna magnética. Ou seja, uma amoeba científica”, comenta Lara Zambon, que também faz parte do grupo.
Para Lívia Marola, projetos assim contribuem para a melhora de sua desenvoltura também, além da aquisição de conhecimentos. “Sai da teoria e nos coloca na prática. Isso é desafiador, mas é muito legal”, complementa.


ENSINO MÉDIO
Muitos alunos do Ensino Médio estavam utilizando o momento para desenvolver projetos na área que eles pretendem seguir profissionalmente, considerando a proximidade que estão da faculdade. É o caso de João Carlos Mercurio, do 2º ano, que fez um motor com pistão eletromagnético. “Usamos cobre, que é um bom condutor e também uma latinha. A ideia era produzir uma corrente contínua pra que a latinha transmitisse energia e rodasse”, fala
Outro integrante do grupo complementou, Gabriel Dumit. “Geralmente um motor tem 7 pistões, nós estamos mostrando o funcionamento de um. E isso é muito legal, agrega conhecimento de uma área que eu gosto bastante”, diz.

 

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